
O Mistério da Noz Gigante
Olá, pequenos exploradores e aventureiros do bosque!
Sou eu, o César , o esquilo explorador!
E hoje trago-vos uma história de mistério… de força… e de uma noz maior do que o meu próprio corpo!
Depois da tempestade, a floresta ficou mais calma, mas havia algo diferente no ar.
O Raul, o ouriço, mexia no mapa e franzia o nariz.
Olhei com atenção: era o desenho de uma noz gigante, marcada com um “X” bem no centro da Colina Dourada.
Seguimos a trilha com o Frederico, a rã, a saltar à frente, a cantarolar:
Quando chegámos à colina, o chão tremia levemente — e no topo, coberta por folhas e raízes, lá estava ela.
Uma noz tão grande que parecia uma casa!
Tentámos abrir a noz.
Empurrámos, batemos, rodámos, e até o Frederico tentou saltar em cima!
Ele riu baixinho.
O Raul olhou em volta e percebeu algo:
Rimo-nos todos, e o Senhor Urso sorriu.
Recolhemos as pequenas nozes e dividimo-las entre nós e os animais da floresta.
O Raul anotava: “Partilhar é a chave do mistério.”
A Íris acrescentou:
Olhei para o céu e pensei no mel, nas flores e nas abelhas.
Tudo o que é doce, só o é porque é partilhado.
Voltámos ao campo das flores e enterrámos metade das nozes para que novas árvores crescessem.
Rimo-nos juntos, e o pôr do sol cobriu o bosque com um brilho dourado, como o mel a escorrer das folhas.
Sabem, meus pequenos aventureiros…
A generosidade é a chave que abre todos os mistérios da floresta.
Quando partilhamos, o mundo cresce connosco.
Agora fechem os olhinhos e imaginem o som suave do vento entre as árvores e o cheiro das nozes frescas.
E se quiserem descobrir o que acontece quando o mel e as castanhas finalmente se encontram, a próxima história vai ser de dar água na boca!
Boa noite, pequenos exploradores do mel e das nozes.
Que os vossos sonhos cresçam fortes… como as árvores que nascem do coração generoso.