
A Primeira Luz Colorida
Olá, pequenos exploradores e exploradoras da floresta!
Sou eu, o César, o vosso esquilo aventureiro — e hoje… hoje aconteceu algo que me deixou de olhos bem abertos!
Tudo começou depois de uma chuva leve.
As folhas ainda estavam molhadas… o chão brilhava… e o ar cheirava a terra fresca.
Eu saltava de galho em galho quando, de repente… parei.
No céu… havia uma curva enorme… cheia de cores!
Vermelho… amarelo… verde… azul…
Era como uma ponte mágica a ligar um lado da floresta ao outro!
O Raul apareceu primeiro, com o seu caderno já na mão.
A Íris, a nossa borboleta, levantou voo imediatamente.
O Frederico saltou do lado do lago, ainda com gotinhas de água nas costas.
Ficámos todos a olhar para o céu.
A Íris desceu lentamente.
O Raul já estava a escrever.
Ele levantou a cabeça e disse:
Ficámos todos em silêncio.
Olhei para o céu.
A chuva já tinha passado…
mas o sol estava a brilhar.
O Frederico acenou lentamente.
E naquele momento… senti algo especial.
Não era só um arco-íris.
Era um mistério.
A Íris girou no ar, animada.
O Raul fechou o caderno com um sorriso.
E o Frederico mergulhou no lago e voltou com um grande salto.
Olhei mais uma vez para o arco-íris…
e senti que ele não estava ali por acaso.
Sabem, pequenos exploradores…
às vezes, as coisas mais bonitas do mundo aparecem quando duas forças se encontram.
Neste caso…
a chuva…
e o sol.
E é assim que começa uma grande descoberta.
Agora fechem os olhinhos…
imaginem um céu depois da chuva…
e vejam as cores a nascer devagar.
Se quiserem continuar esta aventura connosco, porque ainda temos muito para aprender sobre este mistério colorido.
Boa noite, pequenos exploradores.
Amanhã… seguimos o arco-íris.