
A Guarda Real e o Juramento
Olá, pequenos guardiões do Reino Áureo!
Sou eu, a Aurora — e hoje vamos descobrir o que significa verdadeiramente proteger o que amamos.
O sol nascia sobre o pátio do castelo, e o General Miguel já estava de pé, com a armadura reluzente e o olhar sério.
Atrás dele estavam Rafa, Júnior e mais cinco soldados da guarda.
Todos batiam continência com orgulho.
O General Miguel conduziu-nos até ao campo de treino.
Havia alvos, escudos, espadas de madeira e estandartes dourados com o símbolo do reino.
Eu olhei para os soldados e perguntei:
O General sorriu.
Começou o treino.
Rafa ensinou-me a postura de defesa:
Eu tentei… e caí logo para trás.
Depois, aprendemos a proteger sem ferir.
O General Miguel colocou-me frente a frente com o Tomás, que ajudava como aprendiz de jardineiro e escudeiro.
A madeira das espadas bateu com um som seco.
Tomás atacou levemente, eu desviei e… sem querer, tropecei outra vez.
Mas no fim do treino, quando todos estavam a rir, o General aproximou-se e ergueu a espada.
Os soldados alinharam-se, sérios, e colocaram a mão sobre o peito.
O General começou:
Olhei em volta, emocionada.
Sem pensar, juntei-me ao juramento, colocando a mão no coração.
O General Miguel assentiu com respeito.
À noite, já no salão do castelo, contei tudo à Rainha Olivia.
Ela sorriu e disse:
Sabem, pequenos guardiões, ser forte não é lutar — é proteger sem magoar.
Força sem bondade é medo; força com bondade é abrigo.
Boa noite, jovens cavaleiros do Reino Áureo. Que os vossos sonhos sejam escudos de luz e coragem. Até à próxima!