← Voltar
18
Fada Luma
Fada Luma · As Lições Encantadas do Bosque Dourado

O Concurso das Gargalhadas Cantantes

Episódio 12 · ~6 min

Olá, pequenos e pequenas sonhadores!

Sou eu, a Luma, e hoje trago-vos uma história cheia de risadas, notas musicais e uma lição muito bonita sobre acreditar na própria voz!

Preparados para cantar comigo? Então, vamos lá!

Era um dia ensolarado no Bosque Dourado, e todos os animais se reuniam junto ao lago.

A rã-verde, sempre animada, fez um grande anúncio:

Rã
“— Atenção, atenção! Hoje teremos o primeiro Concurso das Gargalhadas Cantantes!”
Rã
“— Quem rir com o coração e fizer o som mais alegre do bosque vai ganhar uma coroa feita de pétalas!”

Matilde, Leo e Violeta bateram palmas entusiasmados.

Leo
“— Eu quero participar! — gritou Leo, saltando.”
Violeta
“— Eu também! — disse Violeta, rindo.”

Mas, no meio da multidão, uma pequena libélula azul chamada Lili baixou as asas.

Lili
“— Eu… eu não sei rir bonito como os outros… — murmurou, envergonhada.”

Luma, que observava do alto de uma flor, sorriu com ternura.

Luma
“— Lili, o teu riso é único, como o som de uma gota de orvalho. O importante não é ser o mais alto, é rir com verdade.”

A competição começou!

A rã riu croac-croac com eco no lago.

O vaga-lume fez risadas luminosas que piscavam como estrelas.

Leo e Matilde inventaram gargalhadas dançantes — hi-hi-ho-ho! — enquanto giravam nas folhas.

Todos riam, cantavam e se divertiam, enchendo o bosque de sons alegres.

Mas Lili continuava em silêncio, olhando para a sua reflexão na água.

Lili
“— E se a minha risada for feia? — sussurrou.”

Luma pousou ao seu lado e tocou-lhe suavemente na asa.

Luma
“— As gargalhadas não precisam ser perfeitas, precisam ser sinceras. Experimenta rir do que te faz feliz, não do que os outros esperam.”

Lili pensou, lembrou-se das suas danças matinais entre flores e soltou um riso pequeno e cristalino — tin-tin-tin!

Era leve como o som do vento em sinos de vidro.

Todos pararam para ouvir.

A rã piscou o olho.

Rã
“— Que risada linda! Parece música!”

As árvores abanaram, os vaga-lumes brilharam e o bosque inteiro repetiu o som da libélula, transformando o concurso numa canção.

Luma levantou o bastão de luz e sorriu.

Luma
“— E o prémio vai para… todos! Porque hoje aprendemos que cada riso tem o seu ritmo e o seu encanto.”

Lili recebeu uma pequena coroa de pétalas, não por ser a mais alta, mas por ter rido com o coração.

Leo abraçou-a.

Leo
“— Afinal, rir de nós mesmos é o som mais bonito do mundo!”

O sol desceu, e o bosque ficou cheio de gargalhadas ecoando como sinos dourados no ar.

Sabem, pequeninos, cada um tem o seu som especial — o seu jeito de sorrir, cantar ou rir.

A beleza está em partilhar o que somos, sem medo de parecer diferente.

Fechem os olhinhos, imaginem-se a rir de alegria entre flores e sinos de luz.

Boa noite, pequenos risos encantados. Que os vossos sonhos soem como gargalhadas felizes!

Menu